Financiamento com juros pela poupança: ainda vale a pena?

Leia em 3 minutosVeja o que é o financiamento com juros pela poupança e se ainda vale a pena escolher essa modalidade de crédito com o aumento da Selic.
O que é refinanciamento imobiliário? Vale a pena?

Leia em 6 minutosO que é refinanciamento imobiliário? Vale a pena? Refinanciamento imobiliário nada mais é do que colocar o seu bem (imóvel) como garantia, em troca disso você consegue até 60% do valor avaliado do seu imóvel, esse tipo de empréstimo possui taxa de juros mais baixas em relação a outros empréstimos, isso acontece porque como o próprio nome já diz: você deixa o seu imóvel como garantia para o banco, então as chances de você pagar esse empréstimo é grande, pois caso você fique inadimplente e atrase os pagamentos o seu imóvel pode ir para leilão. Olá, eu sou Allan Almeida, gestor de Marketing da Best, e nesse artigo vou compartilhar com você um pouco do que é refinanciamento imobiliário. Sim, vale muito a pena escolher por esta modalidade de crédito, e no decorrer do texto você entenderá o por quê. Vamos lá? Refinanciamento imobiliário é seguro e confiável? O Refinanciamento imobiliário é uma das modalidades mais seguras e confiáveis do mercado financeiro, pois ela é estruturada por instituições que precisam estar autorizadas e dentro das regulamentações impostas pelo Banco Central. Além de ser um produto extremamente regulado, ele passa por etapas criteriosas como análise de crédito, avaliação da garantia, análise jurídica e depois passa pelo registro de imóveis (cartório competente) que analisa se está tudo de acordo para de fato fazer a alienação a favor da instituição, que ao fim após concluído, é liberado o recurso para você. Portando é extremamente seguro, porém deve-se procurar empresas sérias e que atuem dentro das regulamentações impostas pelo Banco Central. Quais as vantagens do refinanciamento imobiliário? Como é um empréstimo com garantia de imóvel, e você deixa o seu bem como garantia que cobre o valor da dívida e acaba diminuindo o risco do credor que está emprestando o recurso, pois em caso de não cumprimento a possui para em última instância ser liquidada para saldar a dívida, isso justifica o motivo da taxa de juros ser menor. Diferente de linhas sem garantia, nesta modalidade o valor varia e pode chegar até em 60% do valor do imóvel. Porém os bancos fazem uma análise do valor que está sendo solicitado no empréstimo, calculando o valor das parcelas e ajustando a renda mensal do solicitante. Além deste fato, o prazo de amortização deste tipo de modalidade é de até 20 anos, deixando o valor de parcela mensal baixo, facilitando a comprovação de renda e junto isso transformando viável a possibilidade de fazer um empréstimo de alto valor. Uma vantagem existente para este produto é que se caso você não possua um imóvel disponível em seu nome, você pode utilizar o imóvel em nome de outra pessoa, desde que seja de comum acordo e legalmente acertado. Isso se torna uma boa alternativa, pois podem unir pessoas em busca de um crédito de qualidade, dividindo a responsabilidade, ou até mesmo ajudando a viabilizar a operação para a pessoa que não possui o bem mas possua renda e crédito suficiente para aprovar o valor pretendido. Possui um financiamento ou crédito ativo no imóvel e precisou de mais uma grana? Não se preocupe, desde que o empréstimo atual ativo do imóvel não seja maior que 60% do valor de mercado, você pode fazer uma nova operação, quitando saldo e pegando um troco. Essa modalidade chamamos de IQ (interveniente quitante) quando um banco quita o outro, assume o imóvel e concede mais um valor ao proprietário. Explicaremos mais adiante em detalhes. Mas esse é um grande diferencial e que nem todas pessoas tem conhecimento a respeito desta possibilidade. Posso fazer portabilidade ou trocar de banco? A Portabilidade de Crédito consiste em uma operação que a pessoa transfere o restante de sua dívida de empréstimo para outra instituição financeira. Para isso, antes de tudo, é necessário que haja um consenso entre as duas empresas de crédito e um procedimento padrão, respeitando algumas regras e, consequentemente, um acordo financeiro entre elas para a quitação do empréstimo. Com isso, a instituição financeira que assumiu a dívida negocia com o cliente uma forma de pagamento obrigatoriamente e as regras que mencionamos é: Respeitar o saldo devedor atual, ou seja, não pode pegar troco, não pode aumentar o prazo de parcelas restantes a serem pagas e não podem ser incluídas despesas bancárias em uma nova operação de portabilidade. Esta opção é bem burocrática e pode se tornar menos vantajosa, por isso no produto de refinanciamento é mais indicado fazer a operação de IQ (Interveniente quitante) que iremos explorar no próximo tópico. O que é interveniente quitante? O Interveniente Quitante nada mais é que uma instituição “intervir“ quitando a outra. A nova instituição que irá lhe conceder alguma nova vantagem, que pode ser, um valor maior, uma taxa menor, um prazo mais longo para pagamento, entre outros pontos vai quitar a dívida atual e assumir a nova operação com o cliente. A lei define que nenhum bem imobiliário pode estar sob alienação fiduciária de imóvel a duas empresas ao mesmo tempo, portanto, será necessário finalizar a primeira operação de crédito. Por isso precisa quitar o empréstimo atual para ser feito a nova operação. Em suma, funciona semelhante a uma portabilidade, mas de forma mais simples e flexível, pois a regra é o atual quitar o antigo, não precisando seguir as regras de portabilidade que mencionamos no tópico acima. Quais cidades os bancos refinanciam imóveis? Os bancos são bem restritos na área de atuação, a maioria solicita que a cidade tenha mais de 100 mil habitantes ou uma agência próxima (em um raio de até 100Km), mas não desanime se sua cidade não possui 100 mil habitantes, existe a possibilidade de você conseguir o empréstimo, tudo vai depender do fator liquidez, que é o quão bom é seu imóvel e se seria uma garantia de fácil venda em caso de uma possível inadimplência, se for o caso de seu imóvel ter essa característica positiva, é possível que seja flexibilizado e seja aceito para você conseguir o crédito. Adicional a isso, o fator crédito,
Refinanciamento Imobiliário – Entenda os processos

Leia em 3 minutosRefinanciamento Imobiliário – Entenda os processos Os processos de refinanciamento imobiliário são simples. Começando pela pré-analise, passando pela avaliação do imóvel, analise de termos jurídicos, registro do imóvel e então a liberação do recurso. Eu sou Allan Almeida, gestor de marketing da Best, e nesse artigo vou compartilhar com você os detalhes sobre os processos do refinanciamento imobiliário. O que é refinanciamento imobiliário? O refinanciamento imobiliário é ideal para aquelas pessoas que possuem um imóvel, querem e precisam apenas captar recursos para diversos fins, sendo os principais hoje: quitação de dívidas e investimentos. Nessa modalidade de empréstimo, é permitido que haja restrições, desde que o valor comporte esse novo endividamento. Para esse tipo de operação de crédito é recomendado para pessoas que procuram um capital, ou até mesmo que buscam reduzir os custos e deixar de optar por alguns empréstimos que possuem taxas de juros bem mais altas. A taxa média do refinanciamento imobiliário encontra-se entre 1,1% até 1,98% ao mês, variando em pré e pós fixadas. Para essa modalidade, o percentual máximo que você poderá obter é de no máximo 80% do valor total do imóvel, porém existindo divergência de informação, ou até mesmo após a vistoria esse valor de 80% pode ser ajustado. Como funciona o Refinanciamento imobiliário? Uma curiosidade sobre o refinanciamento imobiliário, é que seu imóvel não precisa estar quitado, pois é permitido ser feito o que chamamos de IQ (interveniente quitante), contanto que seu saldo devedor não ultrapasse 50% do valor da residência. Refinanciamento imobiliário vale a pena? Quais são as etapas do processo refinanciamento imobiliário? Pré-análise: A primeira etapa do refinanciamento imobiliário é a pré-analise, onde os analistas verificarão qual o seu comprometimento de renda mensal, isso ocorre porque a prestação não pode comprometer 35% do seu ganho, por conta disso, é analisada sua documentação pessoal e profissional. Os analistas verificam quais são seus endividamentos para verificar se você tem margem disponível ou não para realizar o crédito. Alguns credores e fundos aceitam condicionar as dívidas apuradas, fazendo uma espécie de troca, diminuindo seu comprometimento e centralizando sua dívida em um único banco, pagando uma única prestação. A consulta é realizada, pelo BACEN, um órgão responsável pela fiscalização e regulamentação de produtos e assuntos que envolvem as instituições financeiras. Lá, eles podem acessar não somente seu endividamento, mas também seu histórico financeiro, incluindo atrasos de pagamentos. Avaliação do imóvel: A segunda etapa do crédito tem relação com o seu imóvel, o mesmo passará por uma avaliação, onde uma pessoa responsável verificará se o valor do imóvel é equivalente ao valor informado na proposta. Na vistoria é levado em consideração também, o metro quadrado da região e a amostragem. Jurídico e Emissão de CCB (contrato): Na terceira etapa é verificado se existe alguma ação vigente que possa recair sobre o imóvel, ou seja, sobre a garantia que você está oferecendo para conseguir o crédito. A equipe jurídica realiza a consulta de bases Federais e Municipais, se a resposta for positiva, e for confirmado que existem processos ativos, a proposta infelizmente é declinada, ou seja, negada. Porém se não houver nada ativo, é emitido o contrato de alienação fiduciária (alienação fiduciária é um modelo de garantia de propriedades, móveis ou imóveis, que se baseia na transferência de bens como pagamento de uma dívida, a partir de um acordo firmado entre o credor e o devedor) Registro de Imóveis: Após a realização de todas as etapas acima, o seu contrato é encaminhado ao registro de imóveis, onde é realizada a alienação do imóvel de acordo com as cláusulas estabelecidas na Cédula de Crédito Bancário. O prazo varia de acordo com cada registro de imóvel e também com a região, mas em média leva em torno de 30 dias. Liberação do Recurso: Após a devolução do contrato pelo registro de imóveis, a sua documentação volta para o banco, onde é conferida e o seu pagamento é programado. Qual o prazo médio? Ao todo, o prazo médio do crédito é de 40 a 45 dias, porém isso varia de acordo com cada processo. O refinanciamento imobiliário vale a pena? Mas a pergunta final agora é: refinanciamento imobiliário vale a pena? Esse modelo de financiamento conta com as menores taxas, devido ao tempo e a segurança que o contratante passa ao contratado (bancos) Tendo isso em mente, de todas as modalidades existentes no mercado financeiro, sem duvida essa é a melhor. Ficou com alguma duvida sobre os processos do refinanciamento imobiliário? Que tal entender na pratica como funciona? Confira o artigo completo sobre:
Home Equity: porque os bancos não aceitam terreno como garantia

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O que é refinanciamento imobiliário? Vale a pena?

Leia em 6 minutosO que é refinanciamento imobiliário? Vale a pena? Refinanciamento imobiliário nada mais é do que colocar o seu bem (imóvel) como garantia, em troca disso você consegue até 60% do valor avaliado do seu imóvel, esse tipo de empréstimo possui taxa de juros mais baixas em relação a outros empréstimos, isso acontece porque como o próprio nome já diz: você deixa o seu imóvel como garantia para o banco, então as chances de você pagar esse empréstimo é grande, pois caso você fique inadimplente e atrase os pagamentos o seu imóvel pode ir para leilão. Olá, eu sou Allan Almeida, gestor de Marketing da Best, e nesse artigo vou compartilhar com você um pouco do que é refinanciamento imobiliário. Sim, vale muito a pena escolher por esta modalidade de crédito, e no decorrer do texto você entenderá o por quê. Vamos lá? Refinanciamento imobiliário é seguro e confiável? O Refinanciamento imobiliário é uma das modalidades mais seguras e confiáveis do mercado financeiro, pois ela é estruturada por instituições que precisam estar autorizadas e dentro das regulamentações impostas pelo Banco Central. Além de ser um produto extremamente regulado, ele passa por etapas criteriosas como análise de crédito, avaliação da garantia, análise jurídica e depois passa pelo registro de imóveis (cartório competente) que analisa se está tudo de acordo para de fato fazer a alienação a favor da instituição, que ao fim após concluído, é liberado o recurso para você. Portando é extremamente seguro, porém deve-se procurar empresas sérias e que atuem dentro das regulamentações impostas pelo Banco Central. Quais as vantagens do refinanciamento imobiliário? Como é um empréstimo com garantia de imóvel, e você deixa o seu bem como garantia que cobre o valor da dívida e acaba diminuindo o risco do credor que está emprestando o recurso, pois em caso de não cumprimento a possui para em última instância ser liquidada para saldar a dívida, isso justifica o motivo da taxa de juros ser menor. Diferente de linhas sem garantia, nesta modalidade o valor varia e pode chegar até em 60% do valor do imóvel. Porém os bancos fazem uma análise do valor que está sendo solicitado no empréstimo, calculando o valor das parcelas e ajustando a renda mensal do solicitante. Além deste fato, o prazo de amortização deste tipo de modalidade é de até 20 anos, deixando o valor de parcela mensal baixo, facilitando a comprovação de renda e junto isso transformando viável a possibilidade de fazer um empréstimo de alto valor. Uma vantagem existente para este produto é que se caso você não possua um imóvel disponível em seu nome, você pode utilizar o imóvel em nome de outra pessoa, desde que seja de comum acordo e legalmente acertado. Isso se torna uma boa alternativa, pois podem unir pessoas em busca de um crédito de qualidade, dividindo a responsabilidade, ou até mesmo ajudando a viabilizar a operação para a pessoa que não possui o bem mas possua renda e crédito suficiente para aprovar o valor pretendido. Possui um financiamento ou crédito ativo no imóvel e precisou de mais uma grana? Não se preocupe, desde que o empréstimo atual ativo do imóvel não seja maior que 60% do valor de mercado, você pode fazer uma nova operação, quitando saldo e pegando um troco. Essa modalidade chamamos de IQ (interveniente quitante) quando um banco quita o outro, assume o imóvel e concede mais um valor ao proprietário. Explicaremos mais adiante em detalhes. Mas esse é um grande diferencial e que nem todas pessoas tem conhecimento a respeito desta possibilidade. Posso fazer portabilidade ou trocar de banco? A Portabilidade de Crédito consiste em uma operação que a pessoa transfere o restante de sua dívida de empréstimo para outra instituição financeira. Para isso, antes de tudo, é necessário que haja um consenso entre as duas empresas de crédito e um procedimento padrão, respeitando algumas regras e, consequentemente, um acordo financeiro entre elas para a quitação do empréstimo. Com isso, a instituição financeira que assumiu a dívida negocia com o cliente uma forma de pagamento obrigatoriamente e as regras que mencionamos é: Respeitar o saldo devedor atual, ou seja, não pode pegar troco, não pode aumentar o prazo de parcelas restantes a serem pagas e não podem ser incluídas despesas bancárias em uma nova operação de portabilidade. Esta opção é bem burocrática e pode se tornar menos vantajosa, por isso no produto de refinanciamento é mais indicado fazer a operação de IQ (Interveniente quitante) que iremos explorar no próximo tópico. O que é interveniente quitante? O Interveniente Quitante nada mais é que uma instituição “intervir“ quitando a outra. A nova instituição que irá lhe conceder alguma nova vantagem, que pode ser, um valor maior, uma taxa menor, um prazo mais longo para pagamento, entre outros pontos vai quitar a dívida atual e assumir a nova operação com o cliente. A lei define que nenhum bem imobiliário pode estar sob alienação fiduciária de imóvel a duas empresas ao mesmo tempo, portanto, será necessário finalizar a primeira operação de crédito. Por isso precisa quitar o empréstimo atual para ser feito a nova operação. Em suma, funciona semelhante a uma portabilidade, mas de forma mais simples e flexível, pois a regra é o atual quitar o antigo, não precisando seguir as regras de portabilidade que mencionamos no tópico acima. Quais cidades os bancos refinanciam imóveis? Os bancos são bem restritos na área de atuação, a maioria solicita que a cidade tenha mais de 100 mil habitantes ou uma agência próxima (em um raio de até 100Km), mas não desanime se sua cidade não possui 100 mil habitantes, existe a possibilidade de você conseguir o empréstimo, tudo vai depender do fator liquidez, que é o quão bom é seu imóvel e se seria uma garantia de fácil venda em caso de uma possível inadimplência, se for o caso de seu imóvel ter essa característica positiva, é possível que seja flexibilizado e seja aceito para você conseguir o crédito. Adicional a isso, o fator crédito,
Refinanciamento Imobiliário – Entenda os processos

Leia em 3 minutosRefinanciamento Imobiliário – Entenda os processos Os processos de refinanciamento imobiliário são simples. Começando pela pré-analise, passando pela avaliação do imóvel, analise de termos jurídicos, registro do imóvel e então a liberação do recurso. Eu sou Allan Almeida, gestor de marketing da Best, e nesse artigo vou compartilhar com você os detalhes sobre os processos do refinanciamento imobiliário. O que é refinanciamento imobiliário? O refinanciamento imobiliário é ideal para aquelas pessoas que possuem um imóvel, querem e precisam apenas captar recursos para diversos fins, sendo os principais hoje: quitação de dívidas e investimentos. Nessa modalidade de empréstimo, é permitido que haja restrições, desde que o valor comporte esse novo endividamento. Para esse tipo de operação de crédito é recomendado para pessoas que procuram um capital, ou até mesmo que buscam reduzir os custos e deixar de optar por alguns empréstimos que possuem taxas de juros bem mais altas. A taxa média do refinanciamento imobiliário encontra-se entre 1,1% até 1,98% ao mês, variando em pré e pós fixadas. Para essa modalidade, o percentual máximo que você poderá obter é de no máximo 80% do valor total do imóvel, porém existindo divergência de informação, ou até mesmo após a vistoria esse valor de 80% pode ser ajustado. Como funciona o Refinanciamento imobiliário? Uma curiosidade sobre o refinanciamento imobiliário, é que seu imóvel não precisa estar quitado, pois é permitido ser feito o que chamamos de IQ (interveniente quitante), contanto que seu saldo devedor não ultrapasse 50% do valor da residência. Refinanciamento imobiliário vale a pena? Quais são as etapas do processo refinanciamento imobiliário? Pré-análise: A primeira etapa do refinanciamento imobiliário é a pré-analise, onde os analistas verificarão qual o seu comprometimento de renda mensal, isso ocorre porque a prestação não pode comprometer 35% do seu ganho, por conta disso, é analisada sua documentação pessoal e profissional. Os analistas verificam quais são seus endividamentos para verificar se você tem margem disponível ou não para realizar o crédito. Alguns credores e fundos aceitam condicionar as dívidas apuradas, fazendo uma espécie de troca, diminuindo seu comprometimento e centralizando sua dívida em um único banco, pagando uma única prestação. A consulta é realizada, pelo BACEN, um órgão responsável pela fiscalização e regulamentação de produtos e assuntos que envolvem as instituições financeiras. Lá, eles podem acessar não somente seu endividamento, mas também seu histórico financeiro, incluindo atrasos de pagamentos. Avaliação do imóvel: A segunda etapa do crédito tem relação com o seu imóvel, o mesmo passará por uma avaliação, onde uma pessoa responsável verificará se o valor do imóvel é equivalente ao valor informado na proposta. Na vistoria é levado em consideração também, o metro quadrado da região e a amostragem. Jurídico e Emissão de CCB (contrato): Na terceira etapa é verificado se existe alguma ação vigente que possa recair sobre o imóvel, ou seja, sobre a garantia que você está oferecendo para conseguir o crédito. A equipe jurídica realiza a consulta de bases Federais e Municipais, se a resposta for positiva, e for confirmado que existem processos ativos, a proposta infelizmente é declinada, ou seja, negada. Porém se não houver nada ativo, é emitido o contrato de alienação fiduciária (alienação fiduciária é um modelo de garantia de propriedades, móveis ou imóveis, que se baseia na transferência de bens como pagamento de uma dívida, a partir de um acordo firmado entre o credor e o devedor) Registro de Imóveis: Após a realização de todas as etapas acima, o seu contrato é encaminhado ao registro de imóveis, onde é realizada a alienação do imóvel de acordo com as cláusulas estabelecidas na Cédula de Crédito Bancário. O prazo varia de acordo com cada registro de imóvel e também com a região, mas em média leva em torno de 30 dias. Liberação do Recurso: Após a devolução do contrato pelo registro de imóveis, a sua documentação volta para o banco, onde é conferida e o seu pagamento é programado. Qual o prazo médio? Ao todo, o prazo médio do crédito é de 40 a 45 dias, porém isso varia de acordo com cada processo. O refinanciamento imobiliário vale a pena? Mas a pergunta final agora é: refinanciamento imobiliário vale a pena? Esse modelo de financiamento conta com as menores taxas, devido ao tempo e a segurança que o contratante passa ao contratado (bancos) Tendo isso em mente, de todas as modalidades existentes no mercado financeiro, sem duvida essa é a melhor. Ficou com alguma duvida sobre os processos do refinanciamento imobiliário? Que tal entender na pratica como funciona? Confira o artigo completo sobre: