Entenda quais são as etapas do financiamento imobiliário Itaú

Leia em 8 minutosO financiamento imobiliário Itaú tem oito etapas: simulação e envio da proposta, análise de crédito, entrega de documentos, avaliação do imóvel, análise jurídica, confirmação e assinatura do contrato, registro em cartório e liberação do crédito. Se você está perto de comprar um imóvel financiado pelo Itaú, saber essas etapas ajuda a organizar prazos e evitar imprevistos no meio do caminho. A seguir, veja o que acontece em cada fase, quanto tempo costuma levar e quais documentos o banco pede. Resumo: etapas do financiamento imobiliário Itaú Este conteúdo foi elaborado integralmente por um profissional altamente qualificado, com ampla experiência no mercado financeiro. Etapa 1: Simulação e envio da proposta O processo começa com a simulação do financiamento, feita pelo app ou pelo site do Itaú. Nessa etapa você informa o valor do imóvel, a entrada disponível e o prazo desejado, e o banco mostra as condições possíveis para o seu perfil. Depois de simular, o passo seguinte é enviar a proposta de financiamento, com os dados pessoais e informações complementares. É a partir daqui que o banco começa a análise formal do seu pedido. Se você ainda não escolheu o imóvel, isso não é problema. O Itaú permite enviar a proposta e passar pela análise de crédito antes mesmo de fechar a compra, e a carta de crédito aprovada fica válida por um período para você negociar com calma. Etapa 2: Análise de crédito Aqui o banco avalia renda, perfil e histórico do cliente para saber se você pode arcar com as parcelas do financiamento. Uma vantagem do Itaú nessa etapa: diferente do que costuma acontecer em outros bancos, não é preciso enviar documentos previamente para essa primeira análise, o que agiliza bastante o processo. Os prazos de resposta variam conforme o valor do financiamento. Para propostas de até R$ 1,5 milhão, a resposta costuma sair em até uma hora. Para valores acima disso, o prazo pode chegar a um dia útil. Com o crédito pré-aprovado, você já sabe exatamente quanto pode gastar, o que facilita a escolha do imóvel dentro do seu orçamento real. Etapa 3: Envio de documentos e formulários Com o crédito aprovado, é hora de formalizar a documentação. O banco solicita comprovantes de renda, documentos pessoais e informações do imóvel escolhido, além de dados complementares que podem variar conforme o seu perfil (autônomo, CLT, sócio de empresa, entre outros). Todo esse envio pode ser feito pelo app do Itaú, o que elimina a necessidade de ir até uma agência física em boa parte dos casos. Se você tiver algum documento pendente, o consultor responsável avisa quais faltam. Etapa 4: Avaliação do imóvel Essa é a etapa em que uma empresa de engenharia parceira do banco visita o imóvel para avaliar seu estado de conservação e confirmar se o valor pedido está de acordo com o mercado. Ao final, é emitido um laudo técnico que autoriza a continuidade do processo. Vale lembrar que a taxa de avaliação de engenharia costuma ser cobrada antes dessa vistoria acontecer. Esse valor é separado das demais tarifas do financiamento. Se o imóvel tiver alguma irregularidade na documentação ou não passar na avaliação, o processo pode travar nessa etapa. Por isso, verificar a situação do imóvel antes de fechar negócio evita atrasos. Etapa 5: Análise jurídica Em paralelo à avaliação técnica, a equipe jurídica do Itaú analisa a matrícula do imóvel no cartório de registro. O objetivo é confirmar que não existem pendências, dívidas, penhoras ou qualquer outro impedimento que possa travar a transferência da propriedade. Essa etapa também verifica a documentação do vendedor e do comprador. Se houver alguma pendência, o banco pode solicitar documentos extras antes de liberar o andamento do financiamento. Etapa 6: Confirmação dos dados e assinatura do contrato Com a avaliação do imóvel e a análise jurídica aprovadas, chega o momento de revisar todos os dados informados durante o processo: taxa de juros escolhida, sistema de amortização (SAC ou misto), prazo e valor das parcelas. Depois dessa conferência, é hora de assinar o contrato de financiamento com o banco e com o vendedor do imóvel. É possível que uma taxa de contratação seja cobrada nesse momento, e o valor pode variar conforme as condições negociadas. Etapa 7: Registro em cartório A assinatura do contrato não encerra o processo. O documento precisa ser levado ao Cartório de Registro de Imóveis para formalizar a alienação fiduciária, que é a garantia dada ao banco enquanto o financiamento estiver em aberto. Na prática, isso significa que o imóvel fica formalmente vinculado ao banco até a quitação total das parcelas, mas você já pode morar nele normalmente. O cartório costuma exigir também o comprovante de pagamento do ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), que é de responsabilidade municipal. O tempo de registro varia bastante de cidade para cidade, dependendo do volume de trabalho de cada cartório. Etapa 8: Liberação do crédito Só depois que o registro é comprovado ao banco é que o crédito é efetivamente liberado. Segundo o próprio Itaú, essa liberação acontece em até 10 dias úteis após a avaliação do imóvel e o registro em cartório. Um ponto importante: o valor não cai na conta do comprador. O Itaú paga diretamente o vendedor do imóvel, encerrando assim todo o processo. Quanto tempo demora todo o financiamento imobiliário Itaú Não existe um prazo fixo, porque cada etapa depende da agilidade na entrega de documentos, de pendências na matrícula do imóvel e do volume de trabalho do cartório escolhido. Ainda assim, dá para ter uma ideia com base nos prazos médios de cada fase: Somando essas fases, um financiamento sem imprevistos costuma levar entre 45 e 60 dias, do envio da proposta até o dinheiro ser repassado ao vendedor. Taxas e condições do financiamento imobiliário Itaú Além de conhecer o passo a passo, vale entender as condições que o banco oferece, porque elas mudam o valor final das parcelas. O Itaú trabalha com duas linhas principais de crédito imobiliário: Taxa pré-fixada: o percentual de juros é fixo do início ao
Amortizar financiamento Caixa: como fazer e quando vale a pena

Leia em 7 minutosAmortizar financiamento Caixa reduz o saldo devedor do seu contrato e diminui os juros que você paga até o fim do prazo. O efeito aparece de duas formas possíveis: parcelas menores ou menos tempo de pagamento, dependendo da opção que você escolher. Neste artigo, você vai entender como amortizar financiamento Caixa na prática: pelo aplicativo Habitação, com ajuda do gerente ou usando o FGTS. Também vai ver quando essa decisão faz sentido, com um exemplo numérico completo para deixar tudo mais concreto. Para ilustrar cada explicação, vamos usar o mesmo exemplo ao longo do texto: um financiamento de R$ 350.000, pelo sistema SAC, com taxa de 12% ao ano, prazo de 30 anos (360 meses) e correção pela TR (Taxa Referencial) de 1,5% ao ano sobre o saldo devedor. Sem nenhuma amortização extra, esse contrato paga cerca de R$ 700.222 em juros ao longo de toda a vida do financiamento, com a primeira parcela em R$ 4.298,63 e a última em R$ 1.534,08. O que é amortização de financiamento Amortização é o processo de reduzir aos poucos o valor de uma dívida por meio de pagamentos periódicos. No caso do financiamento imobiliário, cada parcela paga é dividida em duas partes: uma cobre os juros do período e a outra reduz o saldo devedor, que é o valor que ainda falta pagar. No começo do contrato, a maior parte da parcela costuma cobrir juros. Com o tempo, essa proporção se inverte: uma fatia maior passa a reduzir o principal, e os juros pesam menos. No nosso exemplo de R$ 350.000, isso explica por que a parcela cai de R$ 4.298,63 no primeiro mês para R$ 1.534,08 no último: no sistema SAC, a fatia de amortização é sempre parecida, mas os juros cobrados sobre um saldo cada vez menor vão diminuindo. Vale lembrar que a TR corrige o saldo devedor, o que aumenta o total de juros pago ao longo do contrato (por isso, no nosso exemplo, os juros somam R$ 700.222 com TR, contra R$ 599.454 se não houvesse correção). Mesmo assim, a TR não estende o prazo contratado: o ajuste é absorvido na parcela, não em meses extras no fim do financiamento. Quando você faz uma amortização extraordinária, ou seja, um pagamento além da parcela normal, esse valor entra direto no saldo devedor. Isso muda o cálculo dos juros das parcelas seguintes, porque eles passam a incidir sobre uma dívida menor. Vale a pena amortizar financiamento Caixa? A resposta depende de uma comparação simples: a taxa de juros do seu financiamento contra o retorno que seu dinheiro pode ter em outro investimento. Voltando ao nosso exemplo: imagine que, todo ano, a partir do 12º mês, você usa o 13º salário, as férias e parte de uma restituição do Imposto de Renda para amortizar o equivalente a até 3 parcelas do financiamento, e opta por reduzir o prazo. Nesse cenário, o prazo cai de 360 para cerca de 221 meses (18,4 anos), e a economia total de juros ao longo do contrato chega a R$ 325.993,14 em relação a não amortizar nada. Ou seja, ao amortizar, você está garantindo um retorno equivalente à taxa de juros do financiamento, 12% ao ano, sobre aquele valor, sem correr nenhum risco. Se você tivesse uma aplicação segura com retorno líquido de impostos de 10% ao ano, por exemplo, ela renderia menos do que o custo do financiamento, e amortizar seria a escolha mais vantajosa. Se, por outro lado, você tivesse uma aplicação segura rendendo mais de 12% ao ano líquido de impostos, manter o dinheiro investido faria mais sentido matemático, mesmo abrindo mão da tranquilidade de reduzir a dívida mais rápido. Por isso, antes de decidir, vale comparar: Além da conta financeira, existe o lado emocional de estar com uma dívida menor ou quitada. Para muita gente, essa tranquilidade também tem valor, mesmo quando a matemática pura aponta para outro caminho. Como funciona amortizar financiamento na Caixa Depois de decidir amortizar, o passo seguinte é escolher onde e como fazer o pagamento extra. A Caixa oferece basicamente dois caminhos: pelo aplicativo Habitação ou com o apoio direto de um gerente na agência. Em qualquer um dos dois casos, você vai precisar escolher entre duas formas de aplicar o valor amortizado. Veja como cada opção se comporta no nosso exemplo de R$ 350.000, considerando uma amortização de até 3 parcelas por ano, todo ano a partir do 12º mês: Critério Reduzir prazo Reduzir prestação Prazo restante Cai de 360 para ~221 meses (18,4 anos) Continua em 360 meses Parcela Segue caindo, de R$ 4.298,63 até R$ 1.180,43 Cai bem mais rápido, chegando a R$ 222,77 no fim Economia total de juros R$ 325.993,14 R$ 223.231,35 Melhor para quem Quer sair da dívida mais rápido Precisa de alívio no orçamento mensal A escolha entre essas opções depende do seu objetivo. Quem quer se livrar da dívida mais rápido tende a preferir reduzir o prazo, porque a economia total de juros é maior. Quem busca alívio no orçamento mensal costuma optar pela redução da parcela. Amortizar pelo app Habitação: passo a passo atual O aplicativo Habitação, da Caixa, é o canal mais rápido para simular e solicitar uma amortização extraordinária sem precisar ir à agência. Veja o caminho completo dentro do app hoje: Uma dica de quem já passou por isso: o dia do mês em que você amortiza também importa. Como os juros são calculados sobre o saldo devedor diariamente, o ideal é amortizar logo depois do débito da parcela mensal, e não perto do vencimento seguinte. Assim, o saldo menor gera economia de juros durante todo o próximo ciclo. Para usar essa via, o contrato precisa estar em dia, sem parcelas em atraso. Se houver atraso, regularize antes de tentar amortizar, porque o sistema não libera a opção enquanto existir pendência. Amortizar com ajuda do gerente Quem prefere confirmar as condições pessoalmente, tirar dúvidas ou lidar com um valor mais alto pode procurar diretamente o gerente responsável pelo contrato na agência da Caixa. Nesse
Devo Amortizar todo mês ou uma vez por Ano? ATUALIZADO

Leia em 5 minutosSe você tem um financiamento imobiliário, provavelmente já ouviu falar que amortizar economiza dezenas, às vezes centenas, de milhares de reais. A dúvida que fica é outra: vale mais a pena separar um dinheiro todo mês para amortizar, ou juntar tudo e fazer uma amortização só, uma vez por ano? A resposta direta é: amortizar uma vez por ano, com um valor maior, costuma economizar mais do que amortizar o mesmo total dividido em parcelas mensais. A diferença não é gigante, mas existe, e entender por quê muda a forma como você organiza o seu dinheiro. Foi exatamente esse teste que o Gaspar Motta fez no vídeo que deu origem a este artigo, rodando os dois cenários lado a lado no simulador de amortização da Bext. Principais pontos deste artigo Confira o vídeo completo com o Gaspar Motta explicando essa simulação na prática, incluído neste post. O que é amortização e por que ela é importante Amortizar é pagar, de forma antecipada, parte do valor que você ainda deve ao banco, sem contar os juros. É diferente da parcela normal, que mistura juros e abatimento da dívida. O motivo de a amortização economizar tanto dinheiro está na forma como o financiamento é montado. Tanto a tabela Price quanto a SAC são estruturadas para o banco receber a maior parte dos juros no início do contrato. Isso significa que, principalmente no começo, boa parte da sua parcela mensal cobre juros, e só uma fração pequena realmente reduz o que você deve. Quando você faz uma amortização extra, todo o valor vai direto para o abatimento da dívida, sem passar pelos juros. É por isso que, muitas vezes, o valor de uma única parcela extra elimina três ou quatro parcelas lá no final do contrato. Tabela Price e SAC: o efeito da TR na sua dívida As duas tabelas de amortização mais usadas no Brasil funcionam de formas diferentes. Na tabela Price, a parcela é fixa no início, mas cresce ao longo do tempo por causa da correção monetária. Na tabela SAC, a parcela começa mais alta e vai diminuindo mês a mês, porque o abatimento da dívida é constante. Existe ainda um fator que costuma pegar quem financia de surpresa: a TR (Taxa Referencial), usada para corrigir o saldo devedor. Em um financiamento de R$800 mil, taxa de 12% ao ano e TR de correção, o total de juros pagos ao longo de 360 meses na tabela Price passa de R$2,4 milhões, fora mais R$319 mil só de correção monetária. Na tabela SAC, o total de juros fica menor, mas a correção ainda soma mais de R$200 mil. Esse é o motivo pelo qual amortizar financiamento faz tanta diferença: você reduz o saldo que sofre essa correção mês após mês, e não só o valor da parcela que aparece no boleto. Amortizar no prazo ou na parcela? Quando você faz uma amortização extra, o banco costuma te dar duas opções: reduzir o prazo do contrato, mantendo a parcela como está, ou reduzir o valor da parcela, mantendo o prazo original. Reduzir o prazo é, na prática, a opção que mais economiza. Também é a mais simples de acompanhar, porque você só repete a mesma amortização várias vezes até quitar o contrato mais cedo. Reduzir a parcela pode aliviar o orçamento mês a mês, mas estica menos a economia total, porque a dívida continua sofrendo juros e correção por mais tempo. Nos exemplos abaixo, todas as simulações usam a redução no prazo. Amortizar todo mês: Price e SAC Simulando um financiamento de R$800 mil, 360 meses, taxa de 12% ao ano mais TR, amortizando R$1.750 por mês, os resultados são: Tabela Price Sem amortização Com amortização mensal Total a pagar R$3.566.229,33 R$1.831.706,20 Parcelas 360 190 Primeira parcela R$7.862,91 R$7.862,91 Última parcela R$12.259,90 R$2.228,50 Quitação julho de 2056 maio de 2042 Resultado: 170 parcelas a menos e economia de R$1.734.523,13. Tabela SAC Sem amortização Com amortização mensal Total a pagar R$2.609.650,55 R$1.591.752,50 Parcelas 360 164 Primeira parcela R$9.825,44 R$9.825,44 Última parcela R$3.502,13 R$4.888,51 Quitação julho de 2056 março de 2040 Resultado: 196 parcelas a menos e economia de R$1.017.898,04. Amortizar todo mês exige disciplina: é um valor que sai do seu caixa de forma recorrente, mês após mês, independente de imprevistos. Amortizar uma vez por ano: Price e SAC Agora, usando o mesmo valor anual, cerca de R$21.000 uma vez por ano (o equivalente a quase três parcelas de R$1.750), o resultado muda: Tabela Price Sem amortização Com amortização anual Total a pagar R$3.566.229,33 R$1.745.451,48 Parcelas 360 166 Primeira parcela R$7.862,91 R$7.862,91 Última parcela R$12.259,90 R$9.366,84 Quitação julho de 2056 maio de 2040 Resultado: 194 parcelas a menos e economia de R$1.820.777,85. Tabela SAC Sem amortização Com amortização anual Total a pagar R$2.609.650,55 R$1.553.543,85 Parcelas 360 157 Primeira parcela R$9.825,44 R$9.825,44 Última parcela R$3.502,13 R$5.313,88 Quitação julho de 2056 agosto de 2039 Resultado: 203 parcelas a menos e economia de R$1.056.106,70. Repare: em ambas as tabelas, a amortização anual economiza mais do que a mensal, mesmo colocando praticamente o mesmo total de dinheiro por ano. Isso acontece porque a antecipação concentrada reduz o saldo devedor de uma vez, cortando juros e correção futuros mais cedo, em vez de ir reduzindo aos poucos, mês a mês. Na prática, cada perfil profissional tem uma forma diferente de levantar esse valor uma vez por ano: quem recebe 13º salário pode usar parte dele, quem trabalha com comissão ou bônus pode reservar uma fatia dos meses mais fortes, quem vende mais em datas específicas do ano pode aproveitar esse pico. O importante é se organizar com antecedência para ter o valor disponível na data da amortização. Quando não vale a pena amortizar Amortizar financiamento nem sempre é a decisão mais vantajosa. Tudo depende da diferença entre a taxa do seu financiamento (somada à TR) e o retorno que você conseguiria com esse dinheiro investido. Se o seu financiamento tem taxa de 12% ao ano mais TR, e você consegue um investimento rendendo
Juliano Custódio: De Blog a R$ 52 Bilhões no Mercado Financeiro

Leia em 3 minutosJuliano Custódio é o fundador e CEO da EQI Investimentos, uma das maiores corretoras independentes do Brasil. Ele começou a carreira longe do mercado financeiro, na área de TI de um banco, e hoje comanda uma empresa com dezenas de bilhões de reais sob custódia. A história de Juliano Custódio mistura disciplina, conteúdo gratuito na internet e decisões arriscadas. Foi justamente um blog sobre finanças, criado quase por acaso, que deu origem à EQI. Confira também a entrevista completa no nosso podcast “Os Bexters“: Este artigo é baseado em um episódio do Os Bexters, o podcast da Bext apresentado por Allan de Almeida e Gaspar Motta. A cada episódio, recebemos convidados que fazem acontecer no seu mercado — empreendedores, executivos e nomes de referência que compartilham histórias reais sobre negócios, dinheiro e decisões que mudaram suas trajetórias. Ouça o episódio completo nas plataformas de áudio ou acompanhe no YouTube. Quem é Juliano Custódio Gaúcho de Porto Alegre, Custódio se formou em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Aos 18 anos, passou em concurso público e começou a trabalhar no Banrisul, na área de tecnologia da informação. Em 2002, decidiu mudar de rumo. Foi atrás de uma vaga em uma corretora e acabou recebendo o contato de Marcelo Maisonnave, um dos fundadores da XP Investimentos. Ali começou sua trajetória como agente autônomo de investimentos, atendendo clientes e construindo uma carteira própria. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Bext (@bext.vc) Do blog “Eu Quero Investir” à criação da EQI Por volta de 2010, com a bolsa em um momento ruim, Custódio foi a um evento de marketing digital em Santa Catarina em busca de novas ideias. Saiu de lá decidido a criar um blog para explicar finanças de forma simples. Nasceu o “Eu Quero Investir”, com textos sem jargão e sempre gratuitos. A proposta funcionou: o blog passou a converter clientes em todo o país e o pequeno escritório de agente autônomo cresceu rápido. Em 2017, a incorporação de outros escritórios parceiros (Clamber Investimentos e AKF Investimentos) tornou a EQI o maior escritório de agentes autônomos dentro da estrutura da XP. A virada estratégica: de agente da XP a sócia do BTG O crescimento levantou uma questão maior: como transformar o escritório em uma corretora própria. A XP não topou seguir esse caminho, e Custódio encontrou no BTG Pactual o parceiro disposto a bancar o projeto. Em julho de 2020, a EQI deixou a XP e passou a operar em parceria com o BTG, que se tornou sócio da empresa. Na época, a EQI já reunia cerca de R$ 9 bilhões em recursos de clientes. Em 2021, a EQI recebeu autorização do Banco Central para operar como corretora de valores mobiliários. A EQI Investimentos hoje Sob a liderança de Juliano Custódio, a EQI Investimentos deixou de ser apenas um escritório de assessoria e passou a atuar em várias frentes: corretora própria, gestora de recursos, atendimento private e um braço internacional, com escritório aberto em Miami. A empresa também avança em crédito, com emissão de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) e planos de criar uma originadora de crédito para pessoas físicas e jurídicas. O objetivo declarado por Custódio é ambicioso: transformar a EQI em uma instituição bancária completa nos próximos anos. Apesar do crescimento, o discurso de Custódio segue o mesmo desde os tempos de blog: reduzir o medo do brasileiro de investir e explicar finanças sem complicação. O que a trajetória de Juliano Custódio tem a ver com crédito e inovação financeira A história da EQI mostra como simplificar o acesso a produtos financeiros complexos pode gerar confiança e escala. Esse é um princípio que também guia a Bext: usar tecnologia para tornar o crédito com garantia de imóvel mais simples de entender e mais acessível para quem precisa. Conclusão Juliano Custódio transformou um blog de finanças em uma das maiores corretoras independentes do país, hoje associada ao BTG Pactual. A trajetória mostra que simplicidade e constância na comunicação podem valer tanto quanto capital. Se você também está em busca de soluções financeiras mais simples e transparentes, vale conhecer as opções de crédito com garantia de imóvel disponíveis na Bext.
O que é uma fintech? Entenda como as plataformas multibancos estão transformando o acesso ao crédito no Brasil

Leia em 4 minutosVocê já ouviu falar em fintech, mas não entendeu muito bem o que significa? Ou talvez já conheça o termo, mas quer saber como isso pode impactar a sua vida financeira, especialmente quando se fala em crédito e financiamento? Neste artigo, vamos explicar o que é uma fintech, por que elas estão revolucionando o mercado financeiro no Brasil e como a Bext, principal fintech multibancos de crédito do país, está conectando pessoas a mais de 20 instituições financeiras para oferecer soluções mais justas, inteligentes e acessíveis. O que é uma fintech? O termo fintech vem da junção das palavras financial (financeiro) e technology (tecnologia). Ou seja, fintechs são empresas que usam tecnologia para oferecer serviços financeiros de forma mais ágil, acessível e digital. Atualmente, essas empresas surgiram como uma resposta à burocracia, às taxas altas e à dificuldade de acesso dos modelos bancários tradicionais. Com foco em experiência do usuário, inovação e personalização, as fintechs vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado. Exemplos de fintechs no Brasil Hoje, existem fintechs atuando em diferentes áreas do setor financeiro: Por que as fintechs cresceram tanto? A resposta é simples: elas resolveram dores reais dos brasileiros. Por décadas, a única forma de conseguir crédito, abrir uma conta ou fazer investimentos era por meio dos bancos ou corretoras tradicionais — que nem sempre oferecem boas condições para o cliente comum. Além disso, burocracia, filas, demora na aprovação e taxas altas sempre foram barreiras para quem precisava de dinheiro rápido e com segurança. Com a chegada das fintechs, tudo isso mudou: As fintechs têm papel essencial no movimento de desbancarização, ou seja, na busca por modelos financeiros mais acessíveis, descentralizados e tecnológicos. O que é uma fintech de crédito e uma fintech multibancos? Uma fintech de crédito é uma empresa que atua oferecendo empréstimos e financiamentos, usando tecnologia para tornar esse processo mais eficiente, acessível e transparente. Elas analisam perfis de forma mais inteligente, o que permite aprovar mais pessoas e oferecer melhores condições, mesmo para quem foi negado em bancos tradicionais. Um exemplo é o empréstimo com garantia de imóvel, que permite acessar valores mais altos, com prazos longos e juros menores. É justamente aí que a Bext entra em destaque. Já termo “fintech multibancos” ainda é pouco conhecido pelo público geral, mas representa uma das maiores inovações no mercado de crédito no Brasil. Uma fintech multibancos é aquela que atua como uma ponte entre o cliente e diferentes instituições financeiras, oferecendo acesso a várias opções de crédito em um só lugar — de forma simples, digital e personalizada. Em síntese: pense em uma plataforma que, ao invés de oferecer apenas uma opção, compara taxas, prazos e condições em mais de 20 instituições e apresenta para você as melhores alternativas para o seu perfil. Isso é o que a Bext faz. Como funciona a Bext? A Bext é hoje a principal fintech multibancos de crédito do mercado, com atuação em todo o Brasil. Seu diferencial está em conectar pessoas a bancos tradicionais, fintechs e instituições financeiras independentes que oferecem: Assim, tudo isso por meio de uma plataforma digital que compara propostas em tempo real, ajudando o cliente a fazer a melhor escolha com total transparência. Por que a Bext é diferente? Além de trabalhar com mais de 20 instituições financeiras, a Bext se destaca por: Qual a vantagem para o cliente? Como resultado, a grande vantagem de uma fintech multibancos como a Bext é colocar o cliente no centro da decisão, oferecendo o melhor dos dois mundos: Na prática, isso significa mais chances de aprovação, melhores condições de pagamento e uma experiência de crédito mais leve, ágil e confiável. Um novo jeito de acessar crédito no Brasil Dessa forma, se antes era preciso visitar bancos, preencher dezenas de papéis, aguardar semanas e aceitar a única proposta que aparecia, hoje o cenário é outro. Com a Bext, você simula online, compara propostas e escolhe o melhor caminho para o seu crédito — seja para organizar dívidas, investir no seu negócio, comprar um imóvel ou tirar planos do papel. E o melhor: com a segurança de estar lidando com uma plataforma premiada, reconhecida no mercado e que já movimentou mais de 1 bilhão de reais em crédito concedido. Faça uma simulação agora mesmo Em suma, se você está buscando um empréstimo com garantia de imóvel ou quer as melhores condições para um financiamento imobiliário, não perca tempo com burocracia e propostas únicas. Na Bext, você encontra o melhor do mercado, de forma simples, digital e segura.👉 Clique aqui e faça uma simulação gratuita na plataforma multibancos da Bext
Novas Regras para Financiamento Imobiliário pela Caixa: O que Muda e Como a Bext Pode Ajudar

Leia em 3 minutosO financiamento imobiliário sempre foi uma das formas mais populares para brasileiros adquirirem um imóvel, permitindo que o valor da compra seja pago em parcelas ao longo dos anos. A Caixa Econômica Federal anunciou novas regras para financiamento imobiliário que entrarão em vigor a partir de 21 de outubro de 2024. Essas mudanças prometem influenciar diretamente o mercado e exigem atenção de quem planeja comprar uma casa ou um imóvel comercial. O que é Financiamento Imobiliário? Primeiramente, vamos entender o que é esta operação de crédito. Em termos simples, o financiamento imobiliário é um empréstimo oferecido por bancos e outras instituições financeiras para a compra de imóveis. O comprador, em vez de pagar o valor total de uma vez, financia parte do valor do imóvel e paga em parcelas mensais. O imóvel em questão fica como garantia do empréstimo até que todas as prestações sejam quitadas. Isso permite que pessoas que não têm o valor integral à vista possam comprar a casa própria ou investir em um imóvel comercial. A Caixa Econômica Federal é o principal banco nesse segmento, responsável por grande parte dos financiamentos imobiliários no Brasil. Nos últimos anos, suas condições para financiamento eram atrativas, com a possibilidade de financiar até 80% do valor do imóvel em algumas modalidades. Mas as novas regras alteram esse cenário. Como Funciona o Financiamento Imobiliário? O processo de financiamento imobiliário envolve algumas etapas importantes. Primeiro, o comprador precisa escolher o imóvel e, em seguida, solicitar o crédito junto ao banco, que avaliará sua capacidade de pagamento. Os bancos não financiam 100% do valor do imóvel, exigindo que o comprador dê uma entrada — um percentual pago à vista, enquanto o restante é parcelado. Existem duas formas principais de amortização do valor financiado: Entenda como funciona o financiamento imobiliário e todos os detalhes. Novas Regras da Caixa Econômica Federal para o Financiamento Imobiliário Em suma, a partir de 21 de outubro de 2024, as regras da Caixa Econômica Federal para financiamento de imóveis serão mais restritivas. O banco reduzirá o teto de financiamento, impactando diretamente o valor da entrada que os compradores terão de desembolsar. Com tudo, imóveis adjudicados e empreendimentos vinculados à Caixa não serão afetados por essa mudança. Entenda os motivos para a mudança clicando aqui. Como Financiar com a Assessoria da Bext? Assim, com essas novas regras, contar com a orientação de uma fintech como a Bext pode ser um diferencial importante. A Bext é especializada em crédito imobiliário e, além disso, oferece soluções personalizadas para quem busca financiamento, proporcionando uma experiência mais simples e vantajosa do que nos bancos tradicionais. Aqui estão alguns dos benefícios de contar com a Bext: Conclusão As novas regras da Caixa Econômica Federal para financiamento imobiliário certamente impactarão quem deseja adquirir um imóvel, aumentando a exigência de capital inicial. No entanto, soluções como as oferecidas pela Bext podem ajudar a aliviar essas dificuldades, oferecendo crédito de forma mais acessível e com menos burocracia. Perguntas Frequentes sobre as Novas Regras para Financiamento Imobiliário pela Caixa Por fim, elaboramos o top 3 perguntas sobre as novas regras da Caixa, acompanha:
Como fazer empréstimo com garantia de imóvel no banco Itaú

Leia em 4 minutosAprenda como fazer empréstimo com garantia de imóvel no banco Itaú, conheça as vantagens e diferenciais da instituição e siga nosso guia passo a passo para obter esse crédito com as melhores condições.
10 Principais Dúvidas sobre Empréstimo Com Garantia de Imóvel

Leia em 4 minutosEm um cenário econômico desafiador no Brasil, o empréstimo com garantia de imóvel pode ser uma solução atrativa. Conhecida também como Home Equity, essa modalidade permite que o proprietário obtenha capital oferecendo seu imóvel como garantia, com taxas de juros mais baixas e prazos mais longos.